“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome” – Apocalipse 13:16-17.
Por Vilson Ferro Martins

A tecnologia de ponta aponta para um futuro sinistro...

Procuro pensar que Apocalipse se mostra (entenda) até o capítulo 3 diretamente à Igreja nessa era da graça – conforme o próprio Senhor Jesus diz em Apocalipse 1:19 – e após o capítulo 4 até o final instruções e revelações diversas que, entre outras coisas, serve de advertência para que cada qual que defende abandeira do Evangelho, se mantenha vigilante e fiel até o fim.

O Apocalipse nos traz claras revelações sobre um período vindouro cujos habitantes da terra serão por um período “controlados” e não é novidade para mais ninguém que tal controle será através da tecnologia. O que nos assusta é saber como isso já faz parte do viver moderno... forte indicativo de que o arrebatamento está próximo.

Assim, não é novidade aos cristãos que foram lavados e redimidos pelo Sangue do Cordeiro – Jesus – que já estamos adiantadíssimos nos tempos finais. Na medida em que o mundo caminha a passos largos para um governo mundial controlador, igualmente os Filhos caminham para a redenção em Cristo Jesus. A medida em que aumenta a apostasia e os tempos difíceis, igualmente aumenta a possibilidade de um iminente arrebatamento...

O publicista Stefan M. Gergely escreveu na década de 80 o seguinte: “Já existem condições técnicas para um Estado Policial”. Ora, se isto já era uma realidade há mais de vinte anos atrás, o que dizer agora? E o que quer dizer um “estado policial”? Logicamente, um estado controlador.

Para se ter uma ideia da abrangência dos tentáculos da tecnologia, leia (com atenção) o artigo abaixo retirado de uma revista do Governo Brasileiro sob o título de: Você sabe o que é UX (User Experience – Experiência do Usuário) e o que tem a ver com os serviços do governo?

“Andando na rua, um usuário aponta seu smartphone para um museu e obtém a programação do dia. O, ainda, identifica com antecedência rotas alternativas para ir ao trabalho e o tempo de cada trajeto. Com a massificação de dispositivos móveis e a introdução de novas tecnologias – como realidade aumentada, ludificação (gamification), serviços de mapas, “internet das coisas” e redes sociais – hoje é possível utilizar serviços a partir de qualquer lugar e hora, brincando, e até sem perceber.
Um motorista, por exemplo, comunica bloqueios em ruas e ganha pontos para escolher seu avatar. Só por dirigir, ele já “informa” o fluxo de carros em uma via, que prontamente é compartilhado com milhões de usuários. Pessoas que fazem check-in (informam sua presença em um local) viram “prefeitos” daquela localidade. Câmeras identificam um carro pela placa em vias proibidas e disparam processos que geram multas.
É, também, cada vez mais comum o uso de gestos para interagir com sistemas. TV´s, disponíveis no mercado alteram canais com o abanar das mãos. Smartphones “rolam o texto” acompanhando o olhar do usuário ou escutando-o, via sintetizador de voz. Carros destravam as portas quando “percebem” a proximidade do dono. E o que falar da experiência de acordar, no horário, proporcionada por despertadores que acendem, gradativamente, simulando o nascer do sol?
Cada vez mais, as pessoas querem experiências diferentes, informais e personalizadas. O governo pode acompanhar proativamente o que está sendo falado sobre si nas redes sociais, sem que o cidadão precise formalizar uma reclamação em uma de suas várias ouvidorias. Com a ludificação, o cidadão pode ganhar dinheiro virtual para abater de impostos quando executar uma ação desejada pelo governo, como relatar um problema ou sugerir melhorias em serviços públicos”. (Revista Tema Ano XXXVII, n° 221 ano 2013 p. 12-13).

...O cidadão pode ganhar dinheiro virtual para abater de impostos quando executar uma “ação desejada pelo governo”, como relatar um problema... E se chegar – que provavelmente chegará – a ação de informar ao governo a respeito de “outras” coisas?

Bem, creio que o texto da revista propagandeia inúmeros serviços do governo, no entanto, fala por si mesmo no que diz respeito a presença “observadora do Estado”. Sabemos que a tecnologia em si é boa e traz muitos benefícios a humanidade, entretanto, cada dia mais essa humanidade se encontra engolfada e empurrada para dentro da “matrix”.

Assim, por um lado a Igreja do Senhor deve permanecer atenta, vigilante e desperta antes que o Senhor volte para arrebata-la e por outro lado, para que muitos ainda se decidam e se cheguem a Jesus que – ainda – continua com graça e amor perdoando pecados e purificando vidas com Seu precioso Sangue derramado lá no calvário.

Em 07/07/2014 - por Vilson Ferro Martins

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